segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O ACESSO AO CONHECIMENTO EM QUESTÃO

O acesso ao conhecimento em questão
Colunista discute o papel das bibliotecas e do Google na digitalização e disponibilização de livros


Atire a primeira pedra quem nunca brincou de surfar ao léu no Google. Ainda mais você, que está lendo uma coluna publicada numa revista on-line. Para gente como nós, só podia ser motivo de comemoração o anúncio em 2004 de que o Google se associaria a cinco importantes bibliotecas em um gigantesco projeto de digitalização de livros (as instituições envolvidas eram a New York Public Library e as bibliotecas das universidades de Michigan, Stanford e Harvard (EUA) e Oxford (Reino Unido).

Não se tratava da primeira biblioteca digital, evidentemente, nem da primeira ferramenta on-line de busca de livros. Desde sua criação, a web vem motivando bibliotecários e cientistas da informação do mundo inteiro a repensar a forma como as bibliotecas preservam e disponibilizam informação, revistas especializadas, livros.

A ilustração representa a biblioteca de Alexandria, no Egito, a maior do mundo antigo. Essa instituição tinha a missão de reunir todo o conhecimento do mundo – algo parecido com o que o Google almeja fazer com seu projeto de digitalização de livros (imagem: Wikipedia Commons).

O que o Google propunha, no entanto, não era nada disso. Ou melhor, era muito mais que isso. Em suas próprias palavras, a empresa almejava "organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil". Nada mais, nada menos. A ideia era simplesmente digitalizar todos os livros do mundo. Hoje, com a parceria de outras bibliotecas de universidades europeias e norte-americanas e com cerca de 7 milhões de livros digitalizados, dos quais um milhão em domínio público, o Google se orgulha de permitir que pessoas encontrem livros esgotados, que jamais (jamais?) seriam lidos sem sua ajuda.

Seria a realização do sonho da biblioteca de Alexandria, com a criação de uma biblioteca universal, digital, de livre acesso a qualquer um que tivesse um computador conectado à web? Veríamos, finalmente, a tecnologia a serviço da difusão do conhecimento? Acalmai-vos, otimistas de plantão. Ao que parece, ainda estamos longe de chegar lá.

Pelo menos é o que argumenta o historiador Robert Darnton, professor da Universidade Harvard, no artigo 'Google and the Future of Books', publicado este mês na New York Review of Books.

Acesso irrestrito
Especialista no estudo do século 18, principalmente das ideias iluministas, Darnton recorda o lema "Free to All" [Livre para todos], cravado na entrada da Boston Public Library. Quem discordaria dessas palavras? Difundir o conhecimento, permitir o acesso público aos livros e preservá-los como patrimônio cultural da humanidade é, afinal, o objetivo de toda biblioteca pública. A questão é: caberia ao Google, uma empresa privada, a levar adiante esta empreitada?

Em certo sentido, de acordo com as idéias de Darnton, sim. Afinal, a empresa se propõe a disponibilizar de graça para download todas as obras de domínio público – cerca de um milhão dentre os sete milhões digitalizados – que possuir.

Em outros termos, no entanto, não. O Google foi processado por autores e editoras por conta da disponibilização on-line de obras esgotadas, mas ainda protegidas por direitos autorais – que correspondem a cinco dos sete milhões de livros digitalizados até agora. Em decorrência disso, a empresa decidiu vender a bibliotecas e universidades assinaturas para acesso ao conteúdo que vem sendo digitalizado, assim como já fazem há anos as empresas que vendem assinaturas de revistas eletrônicas. Ressalva: respeitado o acordo, o Google disponibilizará um computador por biblioteca pública para acesso gratuito (sem impressão) de obras esgotadas.

É aí que começam os problemas. É sabido que as bibliotecas gastam, hoje, muito mais com bases eletrônicas do que com livros. Como fariam, por exemplo, as brasileiras para manter a assinatura do pacote Google, pressupondo-se que ele terá preço semelhante ao das demais bases de dados?

A questão é complicada para as bibliotecas brasileiras, como notou Tania de Luca, professora do Departamento de História da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Assis. Uma coisa é a biblioteca digitalizar o seu acervo e colocá-lo on-line; outra coisa é uma empresa digitalizar e vender o acesso. Daí a importância dos repositórios institucionais, do movimento do livre acesso e da obrigação de que tudo o que for produzido com dinheiro público seja disponibilizado livremente.

Valorizar a biblioteca

Tela inicial da versão experimental da Biblioteca Digital Europeana, que oferece acesso a mais de 2 milhões de documentos digitalizados. Ao informar a origem de cada documento acessado (diferentemente da busca do Google), essa iniciativa contribui para valorizar as bibliotecas que se uniram nesse projeto.

Tania de Luca coloca a própria biblioteca no centro do processo de digitalização e disponibilização de seu conteúdo – o que o Google não faz, um vez que o resultado das buscas aparece sem referências à instituição que guarda o livro.

Com isso, ela ressalta o mesmo ponto defendido por Pedro Puntoni, diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (que vem sendo digitalizada) e professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), em artigo publicado em novembro de 2008 na Revista da USP.

Para ele, é preciso valorizar também a própria biblioteca, não apenas pelo que já foi gasto na constituição de seu acervo, mas também por aquilo que ela – e o livro – representam como meios fundamentais do acesso à cultura.

Nesse sentido, para Puntoni, uma alternativa de peso à proposta do Google seria o projeto Gallica, desenvolvido pioneiramente pela Biblioteca Nacional da França, que deu origem à Biblioteca Digital Europeana, acessível ainda em fase experimental desde o fim de 2008. Essa iniciativa pública respeita a origem da informação e do acervo ao qual ela pertence e contribui sobremaneira para manter as bibliotecas como instâncias fundamentais de preservação da história e do patrimônio cultural da humanidade, respeitando a diversidade das diferentes instituições.

Mas seria leviano demonizarmos o Google apenas por se tratar de uma empresa privada que, como todas, visa ao lucro. Mais do que isso, trata-se também de uma disputa em torno de direitos autorais, que vem dando golpes mortais na indústria do entretenimento, na qual o livro vem sendo, até agora, talvez a menos afetada das mídias.

Isto é, até a chegada da ferramenta de busca em livros dessa empresa, o Google Book Search. Esta talvez seja uma ameaça mais poderosa ao livro do que as maquininhas de leitura digital como o Kindle, da Amazon, ainda não incorporadas pelo mesmo grande público que consome iPods e outros tocadores de música digital. Com o Google, autores e editoras não veem por que a empresa deva ganhar dividendos por obras que não deixam de pertencem a eles pelo fato de estarem esgotadas. Daí o processo, daí o acordo, daí a decisão de cobrar pelo acesso a essas obras, cujo retorno reverteria para editoras, autores e para o próprio Google.

Alcance dos direitos autorais

O Kindle, aparelho para leitura de livros digitais produzido pela Amazon, foi apontado por alguns como uma ameaça aos livros impressos (foto: Ted Merriman).

O debate é quentíssimo e muito extenso para ser desenvolvido aqui. Basicamente, o que se discute é por quanto tempo o criador tem direito de receber por sua criação – e também o difusor (no caso, a editora). Discute-se ainda, no mundo de hoje, o próprio conceito de autoria – mas isso nos levaria mais longe ainda.

Por ora, voltando ao mundo da veiculação das ideias acadêmicas, é o caso de refletirmos sobre a pertinência da atribuição de direitos autorais em obras financiadas com dinheiro público, que é justamente o caso do Brasil. Novamente de acordo com Tania de Luca, vejamos o exemplo dos artigos acadêmicos: em geral, autores desses trabalhos nada recebem para publicá-los em revistas científicas; a revista, por sua vez, vende seu conteúdo para uma base de dados eletrônica, que a vende para as bibliotecas que, por sua vez, precisam comprá-las, uma vez que as próprias revistas em papel estão com os dias contados.

É um grande negócio: pesquisas financiadas com dinheiro público têm seus resultados vendidos por grandes grupos econômicos. Ganham todos, inclusive o autor, que acumula pontos na carreira, traduzidos em melhores empregos, bolsas e financiamentos, decorrentes do prestígio de publicar em uma boa revista científica.

Ganham todos? Claro que não. Perde o leitor, que só lerá o texto se tiver acesso à base de dados à qual ele pertence. Voltando a Robert Darnton: enquanto a questão do acesso à informação e ao conhecimento for pautada por batalhas jurídicas entre grupos que representam interesses privados, quem perde mesmo é o público. Em todos os sentidos que a palavra possa ter.

Em tempo: neste âmbito, ponto para o governo federal, que vem investindo muitos recursos na construção, em software livre, do Portal Domínio Público e na compra das bases de dados que compõem o Portal de Periódicos da Capes, acessível a 191 instituições de ensino superior em todo o país. 

Para quem quiser se aprofundar sobre a discussão, além do artigo de Robert Darnton, recomendo vivamente a leitura dos seguintes textos:

Pedro Puntoni, As Bibliotecas Digitais e a sociedade da informação: perspectivas para as bibliotecas digitais no Brasil. Revista da USP, novembro de 2008.

Jean-Noel Jeanneney, Google and the myth of universal knowledge. Chicago and London, The University of Chicago Press, 2007. 


Keila Grinberg
Departamento de História
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
13/02/2009
 


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PROJETO FIXA PRAZO DE CINCO ANOS PARA ESCOLAS TEREM BIBLIOTECAS E 10 PARA SEREM ADMINISTRADAS POR BIBLIOTECÁRIOS

Projeto fixa prazo de cinco anos para escolas terem bibliotecas Quinta-feira, dia 12 de Fevereiro de 2009 às 17:20hs


O 4536/08, em tramitação na Câmara, dá prazo de cinco anos para que todas as escolas, públicas e privadas, tenham bibliotecas. De autoria do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), o projeto considera como acervo ideal a média de três livros por aluno matriculado, mas não fixa prazo para essa meta ser alcançada.

Atualmente, o Ministério da Educação desenvolve o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), por meio do qual distribui livros para todas as escolas públicas, dependendo do número de alunos. Uma escola com até 250 alunos, por exemplo, recebe 20 livros (0,08 livro por estudante).

O deputado disse que a exigência de três livros por aluno é tímida, mas aponta um caminho para ampliar o acervo bibliotecário. "A proporção proposta pela Associação Americana de Bibliotecas [Ala, da sigla em inglês] é de dez livros por aluno", compara o deputado.

Conforme a proposta, as bibliotecas devem divulgar as informações sobre seus acervos na internet). A proposta determina ainda que as bibliotecas disponibilizem em meio eletrônico todas as obras de domínio público, dando prioridade às de grandes escritores brasileiros.

A proposta foi apensada ao PL 3044/08, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), que também fixa prazo de cinco anos para a universalização das bibliotecas escolares, mas estabelece meta de quatro livros por estudante e fixa prazo de dez anos para que as bibliotecas sejam administradas por bacharéis em Biblioteconomia.

Tramitação
Os projetos tramitam em caráter conclusivo e serão analisados pelas comissões de Educação e Cultura; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

fonte: http://www.aquidauananews.com/index.php?action=news_view&news_id=141408
Loucura ? Sonho?  Tudo é loucura ou sonho no começo.  Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira -- mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum.  (Monteiro Lobato. Miscelâneas. São Paulo: Brasiliense. 1956. 7ª. Edição p. 178) 


Diversão em dobro: compartilhe fotos enquanto conversa usando o Windows Live Messenger.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

MIGALHAS

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.  

Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
Se quiser, repasse, se não, o que importa?
O nosso almoço tá garantido mesmo...


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ENCONTRO BIBLIOTECONOMIA - RESTAURANTE CUMBUCA - 30/11/2008 - DOMINGO

Caros Colegas da turma de Biblioteconomia, O tempo está passando e a vida corrida não mais nos permite manter contato com as pessoas que dividiram um período tão importante em nossas vidas. Com o final do ano se aproximando, ficamos sensibilizados e isso desperta o interesse em rever pessoas queridas, matar a saudade e colocar o papo em dia.

Então nesse clima de confraternização, convidamos todos vocês para um encontro a realizar-se domingo, dia 30/11/2008 às 15 horas no restaurante Cumbuca (Contagem).

A comanda será individual para bebidas e alimentação

Para Chegar :

O Endereço é Av. Princesa Isabel, 20 - B. São Joaquim - Contagem (Em frente a Igreja Católica do Bairro São Joaquim) . O telefone do Restaurante é : 3357-7466 -
o site é http://www.cumbuca.com/ -

Download para o mapa

ou veja abaixo:

Quem vem de ônibus :

Pegar o ônibus 2290 (Nacional - antigo 4402) no Centro de BH na Av. Augusto de Lima (sentido Mercado Central) e pedir para parar no Cumbuca ( O ponto é na frente do Restaurante). Em torno de 45 minutos do Centro até o Restaurante.


Quem vem de Carro:

O melhor caminho é passando pela Toca da Raposa (Pampulha) e entrar na Av. Professor Clovis Salgado (Conhecida também como Av. Nova ou Avenida que vai para o Ceasa) e seguir até a primeira rotatória, contornar a rotatória e virar à esquerda já na Av. Princesa Isabel, que é a avenida do Restaurante. (veja abaixo o mapa)





Detalhado saída Toca da Raposa


Detalhado : Chegada - Rotatória e Cumbuca

Informações com Adriano ou Anderson ou pelo comentário nesse post. (atenção: coloque seu contato)






quinta-feira, 13 de novembro de 2008

BACHARELADO DE BIBLIOTECONOMIA AGORA TERÁ 3 ANOS


Editado pelo Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª RegiãoNº 11 - Belo Horizonte, 10 de Outubro de 2008 Bacharelado em Biblioteconomia agora em três anos
O curso de bacharelado em Biblioteconomia oferecido pelo Centro Universitário de Formiga (UNIFOR-MG) terá duração de três anos. A novidade começa a vigorar para os alunos que forem aprovados no Vestibular 2009, cujas inscrições estão abertas até 6 de dezembro.
A mudança está em sintonia com as necessidades do mercado e com a Resolução 02/2007, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) do MEC, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Atendendo à exigência da Resolução – de que a carga horária mínima seja de 2.400 horas/aula -, o curso oferecido pela UNIFOR-MG pôde reduzir seu tempo de integralização de quatro para três anos.
"Adequando-se os ajustes para redução de número de anos da graduação, de acordo com a normativa da Resolução, inclusive no tangente a projeto pedagógico, com a devida e regular comunicação ao CNE, não há óbice a tal revisão", afirma o parecer da Consultoria Jurídica do Conselho Regional de Biblioteconomia – 6ª Região, sobre o assunto.
QualidadeDestaque no Guia do Estudante, o curso de Biblioteconomia do UNIFOR-MG é reconhecido nacionalmente pela sua qualidade. "É um curso tradicional, que sempre obteve reconhecimento em todo o país, e cujos alunos se constituem profissionais com grande competência", diz a coordenadora do curso, professora Sônia Lúcia Silva, ao acrescentar que, durante sua formação, os alunos participam de projetos de pesquisa e de eventos científicos da área, além de realizarem visitas técnicas que proporcionam aquisição de conhecimentos e o acompanhamento da evolução da ciência da informação.
A qualidade do curso é comprovada pela inserção dos egressos no mercado de trabalho, com a conquista dos primeiros lugares em concursos ou na distribuição de currículos. "A informação a respeito da instituição de ensino superior onde o aluno se bacharelou já é sinônimo de credibilidade. "A marca UNIFOR-MG, de grande divulgação no mercado educacional, é um fator que facilita a aceitação e o reconhecimento dos profissionais bibliotecários aqui formados", afirma Sônia Lúcia Silva.
Outro item fundamental para o grande reconhecimento do curso é o corpo docente atualizado e dinâmico, que "injeta nos alunos o entusiasmo pela área e a seriedade necessária na condução do curso", afirma. A professora ressalta que a Sociedade da Informação requer profissionais com sólida formação acadêmica, que possibilite a formação de habilidades no uso de tecnologias para organizar, processar, recuperar e disseminar informações, nos diversos suportes existentes.
A página de apresentação do bacharelado em Biblioteconomia do UNIFOR-MG (Link)informa aos candidatos que o mercado de trabalho oferece ao bibliotecário pelo menos três campos de atuação: no Mercado Informacional Tradicional - bibliotecas públicas, universitárias, escolares, especializadas, museus; centros culturais e arquivos; no Mercado Informacional Potencial - editoras, livrarias, empresas privadas, web sites, bancos de dados; consultorias e no Mercado Informacional de Tendências - centro de informação/documentação de empresas, provedores de Internet, bancos e bases de dados, portais de acesso à Internet e redes institucionais internas (Intranet).
Fortalecimento"Quanto mais Bibliotecários ou profissionais da informação existirem, mais a classe se fortalece e mais provamos o quanto somos necessários e fazemos a diferença nas instituições nas quais nos inserimos", afirma a presidente do CRB-6, Sônia Miranda de Oliveira. Ela ressalta que o curso de Biblioteconomia oferecido pela UNIFOR-MG existe há quase 40 anos e tem formado profissionais que se inserem em todos os estados do país, atuando em todo e qualquer tipo de instituição que lide e necessite de informação. "É necessário que o curso continue suas atividades, principalmente, porque no estado de Minas Gerais só existem dois cursos (ECI-UFMG e UNIFOR-MG) formadores dessa profissão, que faz parte da seleta lista das únicas 28 profissões regulamentadas existentes no país", reforça Sônia Miranda de Oliveira.
Bibliotecário(a), incentive seus conhecidos, amigos ou parentes, que estejam à procura de uma profissão que tenha demanda intensa e mercado em franca expansão, a escolherem a Biblioteconomia como opção. Eles certamente não se arrependerão.
Vestibular 2009Os candidatos ao bacharelado em Biblioteconomia do UNIFOR-MG concorrem a 45 vagas, oferecidas no período noturno. As inscrições ao Vestibular estão abertas até 6 de dezembro, e podem ser feitas pela internet, com o preenchimento do requerimento de inscrição disponível no site do Centro Universitário de Formiga
www.uniformg.edu.br; ou pessoalmente, na Central de Atendimento ao Estudante (CAE) do UNIFOR-MG: prédio 01, 1° andar, Av. Dr. Arnaldo de Senna, 328, bairro Água Vermelha, Formiga MG, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, e nos sábados, das 8h às 11h, na CAE. No dia 6, sábado, as inscrições poderão ser feitas no campus da instituição, das 8h às 18h, na CAE. Mais informações: 0800 283 0494.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

ATENÇÃO BRASILEIROS!

É só parar um pouquinho que você vai perceber que o Brasil é grande por excelência e vale a pena ser , ou tentar ser um pouco mais patriota!
 
 
Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefónica e pasmem!: Se você ligar reclamando do  serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.  

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o
sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas
enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e
qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.  

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México , são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.  

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?  

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.  

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.


Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!


Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se"
orgulhar de ser"   "BRASILEIRO"!!!
 

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

CINCO VEZES MACHADO

Cinco vezes Machado (Mensagem recebida via egroups)
 
Encerramos esta semana de comemorações ao centenário da morte de Machado de Assis com um Livros da Semana especial. Não deixe de conferir as dicas de Clipstina sobre o nosso grande "Bruxo do Cosme Velho": http://www.livroclip.com.br/?acao=hotsite&cod=127
 
Para feras e felinos
 
E tem mais estréia no site: o LivroClip fechou parceria com a Outras Letras Editora que resultou no LivroClip "O pulo do gato". O livro de Aline Clark apresenta dicas para conquistar o sucesso profissional: http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=124
 
Milk Shakespeare
 
A partir de segunda que vem, uma mistura inusitada vai arrebatar os jovens: Shakespeare com grafite. É que o Cesta Básica vai prestar uma homenagem ao insuperável dramaturgo inglês, com o apoio dos pós-modernos grafiteiros. Podem aguardar: por aí vêm desenhos descoladíssimos + literatura de primeira.
 
Abraços,
 
Equipe LivroClip
 
Site
www.livroclip.com.br
 
You Tube
www.youtube.com/livroclip
 
Orkut
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=41373045


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