sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sobre direitos humanos e redução da maioridade penal

Esse post chegou a mim através do Facebook. Abaixo está a visão de algumas pessoas:

"Aqui estão as crianças defendidas pelos Direitos Humanos. Nunca fizeram mal a ninguém, e simplesmente são vítimas da sociedade. A fisionomia deles expressam toda a dor que sentem em seus pobres corações.((HAHA))
Se ficou com peninha, adote um deles e leve pra sua casa.

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL JÁ! LUGAR DE BANDIDO É NA CADEIA!!!!


E isso é o que eu penso dessa discussão:

Desculpe, mas discordo dessa maneira de ver as coisas.

Direitos humanos são para eles e para nós também. Por causa desses direitos a ditadura militar não toma força novamente, Hitleres e Mussolines não aparecem tanto como antigamente. Direitos humanos são diferentes de omissão da sociedade e do Estado. 

A escola deveria ensinar isso para pessoas como nós, mas para o Estado não é interessante que saibamamos disso. Esses caras da foto são condenados desde que nasceram. São uns coitados, zumbis na terra que só estão esperando a hora que a morte irá chamá-los. Eles sabem disso. Pode perguntar um por um. Eles tem consciência perfeita disso. Normalmente acontece antes dos 25 anos. As estatísticas de segurança pública já dizem: "jovens, negros, do sexo masculino, pobres e da periferia. Então pergunto: tem alguém diferente desse perfil aí na foto?. Essa já é a redução que a vida lhes impõe. 

Por trás destes bandidos aí estão analfabetos, que saíram da escola provavelmente antes dos 12 anos (se é que passaram por lá) e ninguém brigou para que eles voltassem para sala de aula. Pedagogos e professores deveriam saber disso, mas ignoram. Por trás destes traficantes vagabundos estão pessoas que não viram o pai trabalhar , porque não o conheceram ou estavam presos até serem mortos, e por isso não tiveram nem exemplo em casa. 

Cresceram sem ter pai e nem família, vendo miséria de muito perto, drogas e violência dentro de casa. Quando a polícia chegava , em vez de proteger sua casa, entravam na base do chute e dando porrada em todo mundo. Arrebentam todos pela frente. Inclusive a mãe, os irmãos e todos a sua volta. Mas nós não denunciamos isso. Ou denunciamos? Ninguém olhou por eles desde que eram bebês. 

Quando conheceram as drogas, disseram para eles que dava muito dinheiro. E dá mesmo. O maior valor que eles conseguiriam no contexto deles. Além disso, um monte de idiotas da classe média principalmente, sedentos por saciar o vício fazem campanha por aí dizendo que liberar a maconha e todo tipo de lixo é bom e está na moda. Ou seja, o palco de horrores está montado. 


Vejo crianças iguais as que esses caras foram todo dia quando ando na rua. Nesse momento, da janela que estou, vejo uma criança brincando sozinha na rua enquanto seu pai alcoólatra está no boteco do outro lado bêbado. E a mãe, preguiçosa, desamparada desde sempre e analfabeta também, não faz a mínima ideia de onde eles estão no momento e nem vai fazer até que as páginas policiais lhe contem. Algum futuro para esse menino? Sim, o mesmo dos da foto. Fato. 


 Nós não estamos nem aí (inclusive eu) para o chiqueiro de morte que todo dia aparece nas nossas esquinas. Na verdade, estamos preocupados mesmo que não cheguem perto de nossa casa. Pura ilusão. É assim com todos nós. Ou pelo menos a maioria. 

Que se reduza então a maioridade penal sim. Mas que se prenda tudo e todos! Não é isso? Persigam e acabem com um por um, como fizeram na ditadura militar. Ou como Hitler ou Mussolini fizeram. Mas prenda-se e estourem os seus miolos como querem quando ainda são bebês. De preferência prematuros como normalmente nascem por não terem acompanhamento médico. 

Assim eles não vão ver o que está a volta deles, não vão entender o que se fala e principalmente, não vão ter forças para reagir a agressão que todo dia eles recebem. 

Façamos berçários-cadeias. Assim eu tenho certeza que a situação vai mudar. Só assim vai mudar. Não é verdade? Quer dizer, isso se sobrar é gente viva para celebrar. Direitos humanos tem que ser revistos mesmo. Mas por causa dessas leis, felizmente ainda temos esperança de que o nazismo não volte nunca mais, dos nossos filhos negros e latinos, brasileiros de sangue terem oportunidades e chances de escolhas. Dos pobres poderem ter horizontes. 

Cristãos deviam saber disso. Até porque, foi exatamente por essas "escórias" a que chegaram esses seres identificados e nominados pela sociedade, mas que eu prefiro chamar de seres-humanos que ele, o Cristo existiu.

É isso. 

Adriano Goulart

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Texto fabuloso sobre a RIQUEZA


Escrito por Catón, jornalista mexicano
MEDINDO AS RIQUEZAS DO SER HUMANO!
 
 

 Fabuloso texto escrito por Catón, jornalista mexicano. 
 
"Tenho a intenção de processar a revista "Fortune", porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.  Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.
Mas eu não sou mencionado na revista. E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não?  vou mostrar a vocês:
 
Eu tenho vida, que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo  não sei como.
 
Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.

Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos.
Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos.

Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo.

Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).

Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso.

Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.

Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.

Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo.

E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito. Pode haver riquezas maiores do que a minha?
Por que, então, a revista "Fortune" não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta? "
 
Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é ... DINHEIRO.
Armando Fuentes Aguirre (Catón)
 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Maconha. Um desabafo.

Assunto: Maconha. Quero fazer um desabafo: E gostaria sinceramente que os jovens que eu tenho contato, da Crisma, Grupo de jovens, amigos, família, pessoal da igreja, todo mundo, lê-se isso e refletisse:

Ouvi uma conversa agora a pouco de 3 jovens na rua (ambos com cerca de 16 anos).

Eis o papo:
"- ouu, cê tá ligado na parada da marcha da maconha?
o outro: - não.
- agora tá liberado!
- Eu vi falar que agora você pode ter maconha para até 5 dias!
- nóóó.. Doido demais!
- Vou fumar bagulho agora lá em casa até vomitar na cara da minha mãe! kkkkkk
- e os outros: kkkkkkkkkkk"

Estou enojado.

Legalizar o consumo da maconha? Não façamos isso!

ESSA CONVERSA QUE OUVI É ABSURDA E DEPRIMENTE!
QUE LIBERDADE É ESSA QUE CONDUZ A MORTE E PRIORIZA A INDIFERENÇA?

Maconha, álcool, cocaína, crack. É lixo. As pessoas consomem LIXO! Lixo que arrebenta o ser humano e leva junto a família e as pessoas próximas. Em nome de uma "liberdade" falsa e burra. Traz violência, acaba com o futuro e qualquer perspectiva que a pessoa tenha. Quantas pessoas boas eu já vi cair! Inclusive bem próximas a mim. Quanta vida perdida! Legalizar a maconha e qualquer outra droga é assinar um genocídio!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Conversation with Adriano Goulart

Adriano Goulart (26042012)
Sobre a derrota do Galo contra o Goiás ontem.

Fonte: Itatiaia.com : "Sobre o sentimento do torcedor, o técnico lamentou a atuação do time e prometeu outra postura."

Palavras do técnico Cuca "O torcedor deve estar louco, já que viu o time jogar muito mal, coisa que não acontecia esse ano e nem no ano passado"

Palavras de Adriano Goulart , torcedor do Galo, ao ler isso... Quer dizer, desabafando (Mais uma vez). "O QUÊÊ??? COISA QUE NÃO ACONTECIA ESSE ANO E NEM NO ANO PASSADO??? O GALO SÓ GANHA DE TIME DO INTERIOR DE MINAS E AMADOR DA PERIFERIA DE BH EM JOGO-TREINO E A DIRETORIA QUER QUE EU FIQUE SATISFEITO COM OS RESULTADOS, EMPURRANDO GOELA ABAIXO ESSA MENTALIDADE? NÃO! ABAIXO ESSA MEDIOCRIDADE NO GALO!

E A IMPRENSA ESPORTIVA VENDE SEU PEIXE COMO SE O GALO FOSSE TIME GRANDE (O QUE HÁ MUITO TEMPO NÃO É), E COMO SE FOSSE COISA DO FUTEBOL (FUTEBOL ESSE QUE TAMBÉM NÃO É MAIS O MESMO HÁ MAIS DE 30 ANOS), PORQUE SENÃO, FICAM SEM PAUTA! QUE VERGONHA -

A TORCIDA DO GALO É O ÚNICO PATRIMÔNIO DO CLUBE. MAS PARA A DIRETORIA E O DEPARTAMENTO DE PUBLICIDADE DO ATLÉTICO ELA É MERA CONSUMIDORA DE CAMISAS E JOGOS PELA TV, BURRA E PIOR DE TUDO, SEM MEMÓRIA. PORQUE ACEITA RESULTADOS COMO ESSE E AINDA FINANCIA O CARTEL ESPORTIVO QUE PAGA ALTOS SALÁRIOS AOS JOGADORES MERCENÁRIOS, QUE FAZ A CAMISA DO ATLÉTICO CUSTAR R$200,00 SEM O TIME CORRESPONDER, E QUE BANCA A IMPRENSA PARA DIVULGAR ESSA ASNEIRA QUE OS TÉCNICOS DO GALO DIZEM O TEMPO TODO.

ELES PASSAM E VÃO EMBORA. NÓS, A TORCIDA, CONTINUAMOS COM A VERGONHA

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O BBB e o "Estupro". Uma reflexão sobre o assunto.

Situação no BBB e o "estupro" - Uma reflexão sobre o assunto...

Aconteceu um estupro durante o programa BBB e foi televisionado. Sabe o que vai acontecer? Nada. E sabe por quê?

Porque o que acontece quando se junta um monte de gente inconsequente, e cria-se todo um ambiente de sacanagem, regado a drogas , é baixaria mesmo. Porque caso você não saiba, álcool é droga. E das mais pesadas. Só que você bebe mesmo assim.

Porque errado, além de quem estuprou, é quem produz esse ambiente de baixaria e transmite ao vivo para o mundo inteiro, ganhando oceanos de dinheiro, com cada "espiada" que é dada por dia. Você sabe disso, mas mesmo assim você vê o programa.

Porque errada, é a emissora que vende Playboy, Energético, Wisky e Cerveja por antecipação,  exibindo o tempo todo corpos sarados , que viram meros produtos, marionetes contratadas, a partir do momento que entram nesses programas. Depois acham estranho o que aconteceu. E na verdade, você compra esses produtos assim mesmo. E até gosta.

Porque errados, são as emissoras concorrentes, mentirosas, comerciais, que faturam alto promovendo fofocas diariamente sobre o programa, e agora polemizam sobre a baixaria que foi ao ar na Globo, só porque ela é a líder. Record, Band, SBT, Rede TV e por aí vai também exibem seus lixos diariamente e nesse momento, fazem um esforço danado para não  lembrar. Sentam no próprio rabo para latir para os outros. O que falar do programa "A fazenda"? Será que é diferente? E mesmo assim você bate palma.

Porque muito errados, somos todos nós, que repercutimos essa baixaria, com piadinhas enviadas pelas redes sociais, emails e boca a boca, e não temos a vergonha de continuar mesmo assim. Como seria bom se cada um falasse da sua própria vida, seus projetos e idéias.

Somos nós que fazemos isso acontecer. A gente espera o programa começar para ver o que aqueles personagens do "reality" vão falar durante o programa.

Somos nós que gostamos da safadeza que eles produzem e exibem a cada "festa" na casa. E somos nós que se precisar, esperamos até as 3h da madrugada para ver qual garota será a "estuprada da noite" debaixo do edredom, justamente porque está bêbada. Somos nós.

Sabe por que não vai dar em nada?
Porque a Globo não quer que dê em nada (Porque senão os diretores do programa deverão ser presos juntos com tarado que produziram, editaram e transmitiram ao vivo), porque a Playboy, o Energético , Wisky e a Cerveja querem continuar vendendo, e muito para todos que assistem. Porque as emissoras concorrentes querem continuar a perpetuar esse lixo, sendo incapazes de produzir o que presta, e importando o que há de pior das emissoras americanas e européias e também, porque fofoca alheia é mais barato e todos batem palmas. E porque nós, que somos marionetes dessa lógica, torcemos para que isso não acabe, mesmo que de forma inconsciente. "é o sangue latino", diriam alguns. Eu prefiro dizer que é a falta de pudor, de valores e alienação explicita que compartilhamos a cada momento. O carnaval está chegando, alguém diz o contrário?

E por último, porque você que conseguiu ler até aqui essa reflexão, que provavelmente percebe tudo isso que eu escrevi e até mais coisas é a minoria absoluta, infelizmente.

O que vai acontecer? Nada.

Adriano Goulart

domingo, 1 de janeiro de 2012

Quase

Quase


Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo) 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

285 livros grátis sobre internet, redes sociais...

Fonte: http://www.tecnoartenews.com

285 livros grátis sobre internet, redes sociais, comunicação, TICs, educação, SEO, jornalismo e cultura digital

15/06  -  9:36
O site espanhol Humano Digital compilou links de 285 títulos de livros digitais ou e-books gratuitos (de livre acesso) em espanhol, inglês e português que abordam temáticas relacionadas à comunicação e cultura digital: ciberjornalismo, TICs, literatura digital, redes sociais, marketing digital, cibercultura, we 2.0., posicionamento em buscadores.
Livros digitais e e-books sobre comunicação e cultura digital
Elencamos aqui os títulos em português:
Em portugués (português) 
01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)
02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)
03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)
04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)
05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)
06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)
07. Televisão e realidade (Itania Gomes)
08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)
09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)
10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)
11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)
12. O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)
13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)
14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)
15. Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas)
16. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva)
17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)
18. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)
19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)
20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)
22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)
23. Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini)
24. Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo)
25. Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira)
26. Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira)
27. Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira)
28. Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira)
29. Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo)
30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)
31. O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno)
32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)
33. Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)
34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)
35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)
36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)
37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)
38. Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues)
39. Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia)
40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)
41. Comunicação e poder (org. João Correia)
42. Comunicação e política (org. João Correia)
43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)
44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)
45. Jornalismo e espaço público (João Correia)
46. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)
47. Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra)
48. Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra)
49. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)
50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)
51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)
52. Onipresente (Ricardo Cavallini)
53. O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago)
54. Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos)
55. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)
56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)
57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)
58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)
59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)
60. Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)
61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)
62. Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado)
63. Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’
64. Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom)
65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)
66. A internet em Portugal (OberCom)
67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)
68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)
69. Cultura digital.br(orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)
70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)
71. História das relações públicas (Cláudia moura)
72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)
73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)
74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)
75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)
76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)
77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva)
78. Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO)
79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)
80. Manual de assessoria de comunicação (FENAJ)
81. Manual de sobrevivência online (Leoni)
82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)
83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)
84.  Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)
85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)
86. História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente)
87. O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim)
88. Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares)
89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)
90. Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural)
91. Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo)
92. Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto)
93. Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino)
94. Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook)
95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)
96. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)
97. Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO)
98. Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO)
99. Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO)
100. Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO)
101. Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni)
102. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)
103. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)
104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)
105. Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk)
106. Cultura livre (Lawrence Lessing)
107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)
108. Guia da reputação online (António Dias)
109. I Pró-Pesq – Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP)
110. O ABCD do planejamento estratégico (Lowe)
111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)
112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)
113. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)
114. Escola de redes (Augusto de Franco)
115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)
116. Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti)
117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)
118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)
119. Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)
120. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)
121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)
122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez)
123. Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales)
124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)
125. Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)
126. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)
127. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)
128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)
129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)
130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)
131. 11 Insights (Grupo Troiano
Para acessar à lista de títulos em inglês e espanhol, link-se:
- Humano Digital